Fios de algas e tintas de bactérias: em busca da moda de baixo carbono
Algas, resíduos agrícolas e bactérias. Essas são algumas das apostas mais inusitadas de startups para substituir derivados de combustíveis fósseis na indústria da moda.
O setor é responsável por 4% das emissões mundiais de gases de efeito estufa, ou 2,1 bilhões de toneladas anuais, de acordo com a consultoria McKinsey e a rede Global Fashion Agenda, que reúne empresas, pesquisadores e organizações comprometidas com a transição.
O total é apenas um pouco inferior aos 2,3 bilhões de toneladas de emissões brasileiras de carbono (ou o equivalente em outros gases) em 2023.
Levando em conta toda a cadeia produtiva do setor da moda, o elo mais problemático é o primeiro, responsável sozinho por 38% das emissões. É nele em que está justamente a produção de matérias-primas.
Victor Sena | Reset Capital | 27/01/25

